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Rubéola

A rubéola é uma doença infecto contagiosa causada pelo vírus da família Togaviridae. Doença infantil, benigna, caracterizada por febre, cefaleia, mal estar, dores articulares, gânglios no pescoço e nuca, e vermelhidão em todo o corpo. Geralmente é benigna, exceto na gestação.

A maior preocupação com o problema é a possibilidade de aquisição do vírus durante a gravidez, principalmente nos primeiros meses.

 

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A doença assume grande importância e gravidade quando acomete gestantes. Pois pode infectar o feto e transmitir a doença, chamada Síndrome da Rubéola Congênita. Afinal, ela é frequentemente associada à surdez, defeitos cardíacos e retardo mental. Por isso, o principal objetivo de campanhas de vacinação contra a doença é erradicar a síndrome da rubéola congênita.

O contágio é respiratório (através de gotículas respiratórias), infectante a uma distância menor que um metro. O período de incubação é de cerca de 7 dias e o da doença, aproximadamente, uma semana.

Apesar do quadro clínico característico, a doença pode ser confundida com outras ditas exantemáticas, pois se manifestarem de forma semelhante. Portanto, é importante a realização de teste sorológico especifico para o diagnóstico de certeza da doença. A rubéola é uma infecção que acontece apenas uma vez na vida, não sendo recorrente. Portanto, as pessoas que já são imunes ao vírus da rubéola, não necessitam de vacinação, nem precisam ficar preocupadas na eventualidade de contato com pessoas na fase aguda da infecção.

Tratamento de rubéola

A rubéola é uma doença viral autolimitada que não possui tratamento especifico. Mesmo na gestante, não há tratamento para o quadro agudo. Assim, a melhor e única maneira de prevenção, é através da vacinação. Trata-se do método mais seguro para evitar a doença. É recomendada para todas as crianças, no entanto costuma ser aplicada entre os primeiros 12 a 15 meses. Uma segunda dose (reforço) normalmente é aplicada entre 4 e 6 anos de idade.

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