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Vacina Hexavalente

Clínica de Vacinação / Vacina Hexavalente
  1. PARA QUE A VACINA HEXAVALENTE É INDICADA?

É indicada para a imunização primária e de reforço em crianças contra difteria, tétano, pertussis (coqueluche), hepatite B, poliomielite (paralisia infantil) e Haemophilus influenzae tipo b.

  1. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A Vacina Hexavalente é utilizada na prevenção de difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, poliomielite e doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b. Ou seja, a vacina estimula o organismo a produzir defesas contra os agentes causadores dessas doenças para então preveni-las no futuro. Desse modo, a vacina se destina à prevenção e não ao tratamento.

 

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  1. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

A Vacina Hexavalente não deve ser administrada em pessoas com conhecida hipersensibilidade (alergia) a qualquer componente da vacina. Ou então que apresentaram sinais de hipersensibilidade após administração prévia de vacinas contra difteria, tétano, pertussis, hepatite B, pólio ou Hib.

É contraindicada se a criança tiver sofrido encefalopatia (doença neurológica) de origem desconhecida. No período de até sete dias após vacinação anterior, com vacina contendo pertussis. Nesse sentido, a vacinação contra coqueluche deve ser descontinuada. Além disso, o ciclo deve ser completado com as vacinas contra difteria, tétano, hepatite B, poliomielite inativada e Hib.

  1. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências 

Assim como recomendado para outras vacinas, a administração desta deve ser adiada em crianças apresentando doença febril aguda grave. No entanto, a presença de infecção leve não representa contraindicação.

Antes que a vacina seja aplicada, o médico deve fazer uma avaliação completa do histórico médico. Especialmente em relação à vacinação prévia e possível ocorrência de eventos indesejáveis. Bem como um exame clínico na criança.

Além disso, avise ao médico caso seu filho apresente qualquer um dos sintomas abaixo ao mesmo tempo da administração da vacina contendo pertussis. Em caso afirmativo, a decisão de administrar doses adicionais de vacinas contendo pertussis deve ser cuidadosamente considerada:

– Temperatura igual ou maior que 40º C em um período de até 48 horas após a vacinação, que não tenha outra causa identificável;

– Colapso ou estado semelhante ao choque (quando a criança fica sem firmeza na musculatura e não reage a estímulos) em um período de até 48 horas após a vacinação;

– Choro persistente e inconsolável com duração igual ou superior a três horas. Que ocorra em um período de até 48 horas após a vacinação;

– Convulsões, com ou sem febre, em um período de até três dias após a vacinação.

Precauções

Pode haver circunstâncias, assim como alta incidência de coqueluche, quando os potenciais benefícios excedem os possíveis riscos.

Assim como em todas as vacinas injetáveis, tratamento médico e supervisão apropriados devem estar sempre disponíveis para o caso de uma reação anafilática rara após a administração da vacina. Esta é uma reação extrema de alergia que pode levar à morte.

Deve ser administrada com cautela em crianças com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue). Ou então com algum distúrbio de coagulação, uma vez que pode ocorrer sangramento após administração da vacina.

Ela contém traços de neomicina e polimixina. Por isso, a vacina deve ser usada com cautela em crianças com conhecida hipersensibilidade a um desses antibióticos.

Crianças com um histórico de convulsões febris devem ser acompanhadas de perto. Uma vez que tais reações adversas podem ocorrer dentro de dois a três dias após a vacinação.

A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) não é considerada contraindicação. A resposta imunológica esperada, no entanto, pode não ser obtida após a vacinação de pacientes imunodeprimidos.

Informe ao seu médico caso seu filho:

  • tenha problemas neurológicos, incluindo espasmos infantis, epilepsia incontrolada ou encefalopatia progressiva (doença que acomete o cérebro).
  • tenha dificuldades para respirar. Isso pode ser mais comum nos primeiros três dias após a vacinação se seu filho nasceu prematuro (antes de 28 semanas de gestação).
  • pode ocorrer desmaio depois ou até mesmo antes da aplicação de qualquer injeção. Portanto, o médico ou o enfermeiro deve ser informado caso a criança já tenha desmaiado previamente ao tomar alguma injeção.
  • foram observadas taxas aumentadas de convulsões (com ou sem febre) e colapso ou estado semelhante ao choque com administração concomitante de Infanrix® Hexa e a vacina pneumocócica 13-valente (conjugada).

O tratamento antipirético deve ser iniciado de acordo com as diretrizes de tratamento locais.

Gravidez e lactação

Como a Vacina Hexavalente não está indicada para uso em adultos. Dados adequados sobre seu uso durante a gravidez ou lactação em humanos e estudos de reprodução em animais não estão disponíveis.

Interações medicamentosas

Não existem dados suficientes em relação à eficácia e à segurança da administração simultânea da Vacina Hexavalente e da Vacina sarampo, caxumba e rubéola para permitir que alguma recomendação seja feita.

Os dados sobre a administração concomitante da Vacina Hexavalente com a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada) não mostraram nenhuma interferência clinicamente relevante. Isso em relação à resposta dos anticorpos a cada um dos antígenos individuais, quando aplicados na forma de vacinação primária de três doses.

Contudo, alta incidência de febre (acima de 39,5°C) foi relatada em crianças que receberam a Vacina Hexavalente com a vacina pneumocócica 7-valente (conjugada). Em comparação com crianças que receberam somente a vacina hexavalente.

O tratamento antifebril deve ser iniciado de acordo com as diretrizes de tratamento locais.

Assim como ocorre com outras vacinas, pode-se esperar que em pacientes recebendo terapia imunossupressora (que diminuem a capacidade de defesa do organismo) uma resposta imunológica adequada não seja alcançada.

Informe seu médico se seu filho está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a saúde do seu filho.

 

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