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Vacina HPV Bivalente

Clínica de Vacinação / Vacina HPV Bivalente

O que previne: A Vacina HPV Bivalente previne infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 16 e 18. Além disso é recomendada para a prevenção do câncer de colo de útero.

Do que a vacina HPV Bivalente é feita:

Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

É composta pelas proteínas L1 do papilomavírus humano (HPV) tipos 16 e 18, 3-O-desacil-4 monofosforil lipídio A (MPL). Assim como por alumínio, cloreto de sódio, fosfato de sódio monobásico diidratado e água para injeção.

 

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Indicação:

A vacina HPV Bivalente é indicada para meninas e mulheres a partir de 9 anos de idade, o mais precocemente possível.

Contraindicação:

Gestantes e pessoas que apresentaram anafilaxia após receber uma dose da vacina ou então a algum de seus componentes.

Esquema de doses:

São recomendadas três doses: a segunda um mês após a primeira, e a terceira seis meses após a primeira dose.

Via de aplicação:

Intramuscular.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

Antes de se vacinar, a mulher deve ter certeza de que não está grávida. Contudo, se a vacina HPV Bivalente for aplicada sem que se saiba da gravidez, nenhuma intervenção se faz necessária. No entanto, quando a gestação tem início antes de o esquema estar completo, deve-se suspender a vacinação e retomá-la após o parto.

Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.

Mas, em caso de doença febril moderada ou grave, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora. Além disso, compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.

Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve, sem dúvida, ser notificado ao serviço que a realizou.

Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados, sobretudo para verificação de outras causas.

Efeitos e eventos adversos:

Dor leve a moderada no local da aplicação for registrada em 78% das pessoas vacinadas. Entretanto, vermelhidão e inchaço ocorreram em mais de 10%.

Entre os sintomas gerais, febre, cansaço e dor muscular, ocorrem em 10% dos vacinados. De 1% e 10% relataram dor articular, náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, bem como coceira, erupções na pele e urticária.

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