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Varicela

A Varicela, também conhecida como catapora, é, sem dúvida, uma das doenças infecto-contagiosas mais comuns na infância.

É causada por um vírus denominado Varicela Zoster ou Herpesvirus varicellae, da família Herpesviridae. Tem por característica uma elevada taxa de ataque, portanto quer dizer que a transmissão se dá de forma fácil e rápida. Na infância e após o primeiro contato com o vírus, a manifestação clínica é da catapora. No entanto, na infecção tardia (reativação), é na forma de herpes-Zoster.

 

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A transmissão ocorre de pessoa para pessoa através do ar. O período de incubação médio é de 14 dias. Além disso, a pessoa acometida apresenta febre, mal estar e dor de cabeça. Então, em poucos dias, surgem as lesões de pele características da doença. Inicia-se como vesículas (bolhinhas de água) que coçam, se rompem, formam uma crosta (ferida com casca) e, por fim, cicatrizam. Principalmente no tronco e couro cabeludo. Contudo, não é incomum o relato de surtos ou epidemias de catapora em ambientes fechados como, por exemplo, escolas e creches.

A varicela nas crianças tende a ser mais branda do que nos adolescentes e adultos. Apesar de ser, na maioria das vezes, uma doença benigna e auto-limitada, nos adolescentes e adultos a varicela está mais relacionada a complicações como pneumonia, celulite bacteriana e encefalite.

As lesões acometem todo o corpo, olhos, genitais e boca, durando em média cerca de 10 dias. O período de contágio se inicia 1 a 2 dias antes do início das lesões e permanece enquanto houver lesões em atividade (média de transmissão até o 7° dia de doença).

Diagnóstico de Varicela

O diagnóstico da varicela é, geralmente, realizado com o exame físico do paciente. Dessa forma, apresenta lesões na pele muito características. Por isso é importante que o paciente procure serviço médico para confirmar o diagnóstico e, às vezes, avaliar a necessidade de tratamento especifico.

Tratamento

Quando indicado, o tratamento é feito com drogas antivirais especificas. Além disso, evitar sempre o uso de derivados do acido acetil salicílico (AAS) durante e logo após o aparecimento da doença.

A prevenção mais eficaz é através da vacinação.

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